domingo, 25 de março de 2007

Tributo a Queen

Vai ser no dia 31 de Março (Sábado) no Pavilhão Multiusos “Rota dos Móveis”, em Lordelo-Paredes pelas 22 horas, que se vai dar a estreia no Norte da banda portuguesa de tributo a Queen. Se és fã deste grande grupo, não podes perder a actuação dos ONE VISION.

domingo, 11 de março de 2007

Programa PT. Paredes com Teatro

Primeiro a música e agora o teatro. O município de Paredes está efectivamente interessado em descentralizar a cultura levando-a a todo o lado, a todas as freguesias. No contexto do investimento que foi feito ao nível da produção teatral amadora do concelho, e em resultado do trabalho de cooperação com os monitores de teatro colocados à frente dos diferentes grupos selecionados pelo programa PT-Paredes com teatro, surgem agora os primeiros resultados, que é como quem diz os primeiros espectáculos que estão em cena desde o Novembro de 2006 e até Junho de 2007.

Oito grupos de Teatro prepararam cada um a sua peça, ao abrigo do protocologo estabelecido com o Município.
Como não podia deixar de ser a freguesia de Lordelo, avançou com um grupo de teatro, no seio dos elementos do grupo dos Expansivos de Lordelo.



A estreia da peça ocorreu no dia 8 de Dezembro no Salão Paroquial do Vinhal em Lordelo, e contou com a casa cheia. A peça chama-se "Fecho Éclair, alguns Amores e outras Flores". Para este espectáculo foi construída uma peça a partir da adaptação de textos portugueses conhecidos e originais. O Objectivo era encontrar um registo divertido adaptado ao grupo heterogéneo e aos seus intervenientes de forma individual. O trabalho foi desenvolvido em diferentes registos (um de carácter mais realista e outro mais próximo da farsa ou de propostas expressionistas), aplicando técnicas que permitem desenvolver as especificidades criativas e recreativas deste novo grupo que faz a sua estreia no Paredes com Teatro. Através do riso e do enamoramento ultrapassam-se as dificuldades do quotidiano, do cinzentismo, e cresce-se em direcção ao prazer das coisas simples. Para que os dias se encham de cores... e flores.


Interpretação:

Aida Costa, Arminda Mota, Arminda sousa, Catarina Moreira, Cristiano Gonçalves, Ernesto Carneiro, Igor Alves, Isabela Mota, Joana Mota, Joana Sousa, José Mota, Judite Sousa, Luísa Dias, Manuel Campelo, Rui Campelo, Sandra Silva, Sérgio Machado, Zita Costa.

Texto:

António Torrado, Inês Leite, Paulo Condessa

Encenação e Direcção:

Inês Leite

Responsável:

Maria Cármem, Sérgio Machado

Próximas actuações:

-Casa da Cultura de Paredes: 17.03.2007- 21h30m

-Centro Social e Cultural de Cete: 25.03.2007- 16h30m

-Associação Social e Cultural de Louredo-IPSS: 21.04.2007- 21h30m

-Bombeiros Voluntários de Baltar: 25.04.2007- 16h30m

-Salão Associação Apoio 3ª Idade S. Miguel-Beire: 26.05.2007- 21h30m

-Auditório Grupo de Jovens Nova Esperança (Sobreira): 02.06.2007- 21h30m

Cortejo 2007

Realizado todos os anos no Domingo que antecede o dia de Carnaval, o Cortejo saiu para as ruas de Lordelo, uma vez mais, com a maior das euforias. Este feito já conta com mais de uma dezena de anos, e apesar das modificações que vem sofrendo, a animação mantém-se. O trajecto seguido este ano, tinha cerca de 2,5km, e teve início na Ferrugenta, dando a volta ao Jardim Central e terminado na Escola EB 2/3 de Lordelo.
Este é sem dúvida alguma um dos maiores acontecimentos desta cidade. São milhares as pessoas que vêm assistir,dos mais variados sítios, e neste dia também são poucos os Lordelenses que não saem á rua. No cortejo participam os carros alegóricos, o humor e a crítica social e política, escolas de samba, gigantones, grupos de bombos, fanfarras e também muitos populares que se associam à folia, maioritáriamente mascarados, e que desfilam nos espaços livres entre os carros alegóricos e os grupos de desfile.

Acho que se pode mesmo dizer que este é o maior cortejo de Carnaval do Vale do Sousa. É de louvar o trabalho de todas as pessoas que de alguma forma trabalham para que esta "festa" se realize, e de todos os que patrocinam, pois sem todos eles este cortejo não seria possível.
Cá estaremos no próximo ano, para mais um grande cortejo, que promete sempre ser melhor.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Carnaval Lordelo 2007



domingo, 4 de fevereiro de 2007

JUL- Juventude Universitária de Lordelo


Foi no ano de 2003 que foi fundado este grupo pelas mãos do Sr. António Manuel. Na sua primeira reunião, para a qual foram convidados todos os alunos lordelenses que frequentam o ensino universitário e ou politécnico, estiveram presentes 26 estudantes,e na primeira aparição pública 52, desde caloiros a finalistas sendo que estes últimos receberam das mãos do Pároco de Lordelo, Pe.Rui, as suas fitas de curso assinadas.

No 1º encontro foi dito pelo mentor do grupo, o Sr. António Manuel, entre muitas, as seguintes palavras:"Não procurem saber o que Lordelo pode fazer por vós, mas o que vocês podem fazer por Lordelo... ... e s por alguma razão, profissional ou de outra ordem, tiverem de abandonar as origens, nunca percam aquela mística nem o orgulho de dizerem, eu sou de Lordelo".


Este grupo avançou com algumas iniciativas na comunidade. Entre elas destacam-se o encontro anual, e um jornal a que se chamou "Capas Negras", que já conta com sete números.
O 1º Encontro da Juventude Universitária de Lordelo decorreu no dia 19 de Outubro de 2003.
O 4º encontro decorrerá este ano de 2007, já no próximo dia 11 de Março.

Lordelo, seus Missionários e Ordenações

Lordelo preza-se de ter seis padres missionários da terra. São eles:




Padre Zé Costa ordenado em 2 de Setembro de 1979;












Padre Fernando Rocha ordenado em 21 de Julho de 1991, em missão na Amazónia;









Padre Fernando Carneiro ordenado em 21 de Julho de 1991, em missão na África;







Padre Loureiro, ordenado a 28 de Maio de 2000;









Padre Álvaro Pacheco, em missão na Coreia do Sul.







sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

O Rio Ferreira depois de dois dias de fortes chuvadas!

Todos os dias faço o mesmo percurso, a caminho da entrada da A41 em Sobrado. Uma das coisas que nunca deixo de reparar é sem dúvida no Rio Ferreira. Quando deambulamos sozinhos, temos mais a tendência de reparar no que nos vai surgindo no caminho. Passava lá eu no dia 5 de Dezembro, um dia de grandes chuvadas, e olhando para o estado do rio, achei o que via fabuloso. As margens estavam completamente galgadas. Resolvi então parar o carro para poder apreciar melhor. O barulho das águas, e a força da corrente estavam num estado que eu nunca tinha visto, ou pelo menos nunca tinha reparado até aquele dia. Tive pena de naquele momento não ter comigo uma máquina fotográfica.
No dia 6, saí de casa já prevenida. Contudo estava um bonito dia de sol. Quando lá passei, já o nível das águas do rio tinha descido consideralvelmente. Resolvi parar à mesma, e descer até ao pé do seu leito. Já no Verão quis várias vezes ir aquele local pois estava sem dúvida excelente, devido ao trabalho de várias pessoas que tinham transformado a nossa "Praia dos Pobres" num agradável local de convívio. Desde balizas improvisadas, cabana nas árvores para os mais pequenos, vedação de toda aquela área, uma ponte de passagem para o outro lado do rio...Tudo isto feito somente com troncos de árvores!!
Nesse dia quando lá cheguei vi que já pouco restava desse cenário de Verão. As águas tinham destruído já muita coisa, inclusivé a ponte. Contudo não deixava de ser um cenário bucólico.
Após ter tirado inumeras fotografias, segui o meu caminho.
No dia 7, após uma noite intensa de fortes chuvadas, lá passava eu pela manhã e não resisti a parar. O cenário já era completamente diferente do dia anterior. O rio estava a começar a ganhar as proporções do que tinha visto dois dias antes. Ao fim da tarde, quando regressava a casa, já se encontrava nesse estado. Chovia imenso e estava um vento muito forte. Mas não resisti em sair do carro e tentar tirar algumas fotos.
Apesar de nada conseguir retratar aquele cenário, deixo-vos com algumas das fotos que tirei naqueles dois dias-6 e 7 de Dezembro de 2006.


terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Homenagem ao ciclista José Ribeiro da Silva.

Em Lordelo, o ciclismo é uma modalidade popular, muito por culpa do falecido ciclista José Manuel Ribeiro da Silva. No nosso país venceu duas voltas a Portugal e conseguiu o 2º lugar em 1956. Também ganhou imensas provas de organização particular; no estrangeiro conquista o Prémio da Montanha da Volta a Pontevedra e foi 5º da classificação geral, venceu em tempo recorde o Paris-Evreux. Foi 4º classificado da Volta a Espanha.
Foi um dos mais brilhantes ciclistas nacionais, vindo a falecer num acidente de motorizada, após um ano de se ter sagrado vencedor. Em homenagem ao campeão de Lordelo, a comunidade local atribui a uma das principais avenidas o seu nome bem como implantou, no centro da cidade, uma estátua com a figura do ciclista.

domingo, 21 de janeiro de 2007

1ª Edição do 24 Horas BTT de Lordelo

Decorreu em Lordelo, nos dias 8 e 9 de Julho de 2006 a 1ª prova BTT-24 horas. A prova teve início às 12 horas de Sábado e terminou às 12 horas de Domingo, com a noite pelo meio.
O evento foi organizado pela CandiByke e recebeu o apoio da Câmara Municipal de Paredes e da Junta de Freguesia de Lordelo. Contou com cerca de 200 participantes. Além dos atletas individuais, (cerca de 62), participaram 29 equipas de quatro elementos e 7 equipas de dois elementos.
O principal objectivo foi promover o verdadeiro espírito do BTT e confraternizar. Se competir é importante, conviver é ainda mais importante.A prova desenvolveu-se num sistema de "Open Road", num percurso circular de 12 quilómetros com um grau de dificuldade médio/alto. O piso era variado e irregular, com declives acentuados e obstáculos naturais. Além disto, era uma prova em circuito aberto. Ou seja, os atletas, ao passarem pela estrada teriam que respeitar as regras normais de trânsito. O percurso abrangeu a zona rural do Rio Ferreira, o campo de futebol do Aliados, as imediações do estabelecimento prisional de Paços de Ferreira, a Liga do Mobiliário e, descendo o monte para São Roque, em Corregais, uma passagem por uma ponte improvisada colocada sob a velha ponte românica junto às piscinas de Lordelo.




Aos atletas nada faltou. No acto da inscrição, o preço incluiu, desde logo, o jantar no dia 8, o pequeno-almoço do dia 9 e a garantia de abastecimento líquido durante toda a prova. Haviam 5 postos de abastecimento espalhados plos 12km de percurso. Dentro do recinto da prova, existiam tendas de massagens, oficina para as bicicletas e assistência médica, que teve a cargo dos Bombeiros Voluntários de Paços de Ferreira. Nada foi deixado ao acaso. Para o público, também tudo foi feito para que se passassem momentos agradáveis. Conscientes de que 24 horas é muito tempo, os responsáveis do evento não queriam que o mesmo caísse na monotonia. Por isso, durante a prova, na zona de meta, (que se situou no campo de futebol de praia nas margens do Rio Ferreira, ao pé das Piscinas) não faltou animação, boa disposição, muitos e variados prémios em sorteio e litros e litros de cerveja. Uma hora antes do início da prova, já o recinto andava numa autêntica roda viva. Apesar do intenso calor que se fazia sentir, a boa disposição era a nota dominante.
Enquanto a ansieda decrescia, as conversas animadas e as brincadeiras eram a melhor forma de aliviar o stress. . Nesta altura, a tenda da oficina era a mais frequentada. Os mecânicos responsáveis não tinham mãos a medir e, em alguns casos, eram os próprios atletas que davam os últimos retoques, assumindo o papel de mecânicos. Contudo, outros pormenores não podiam falhar. Enquanto os atletas, iam ter com a organização para confirmar a sua presença, as pessoas responsáveis pelo recinto certificavam-se de que tudo estava direitinho e iam remediando e melhorando um ou outro pormenor. Ao mesmo tempo iam-se dando as últimas indicações aos atletas, explicando as regras mais importantes, desta prova em particular. A dez minutos do início da corrida, os atletas que iriam iniciar a corrida já estavam na zona de partida à espera das 12horas. Antes da partida, houve ainda tempo para um discurso de agradecimento por parte do presidente da junta de freguesia de Lordelo, Joaquim Mota. À hora marcada deu-se a partida. A partir daquele momento seguiam-se 24 horas sempre a pedalar.
Apesar de não ser uma prova de competição, os responsáveis pretendiam fomentar o convívio e o lazer. O evento contou com alguns nomes sonantes da modalidade, como Valter Sousa, Jorge Venda e Célia Janeiro, atletas de alta competição.
Nesta prova de BTT, como na maior parte das provas, os vencedores são conhecidos consoante o número de voltas efectuadas ao percurso. O vencedor do percurso era aquele que, durante 24 horas, desse mais voltas ao circuito, independentemente do tempo. A prova permaneceu aberta e os concorrentes podiam interromper e retomar a corrida conforme quisessem, não sendo, portanto, obrigatório haver sempre participantes em pista. Paralelamente, a organização promoveu uma "noitada" com animação contínua, distribuindo litros e litros de cerveja grátis. Em simultâneo, decorria ali mesmo ao lado no Jardim Central de Lordelo, a noitada referente ás festas da cidade. Às 00:00 horas ainda foi possível aos participantes, familiares e amigos, bem como todos os espectadores , apreciarem a sessão de fogo de artíficio.
Às 12horas de Domingo foi finalmente dado o apito final. O cansaço era uma coisa bem patente não só na cara de todos os participantes, mas também de toda a organização que esteve muito mais que 24 horas acordada para que nada falhasse.
A organização atribuiu troféus segundo as seguintes categorias: individual, equipas de dois e de quatro elementos.
Apesar da classificação não ter a ver com o tempo de percurso, é interessante ver a discrepância entre as voltas mais rápidas e as mais demoradas. Tivemos assim entre os participantes masculinos valores que variaram entre os 33 e os 119 minutos.
Resultados

Na competição a Solo Masculino, o grande vencedor foi o dorsal 14, Rui Miranda, com 22 voltas dadas ao circuito. José Gomes e Júlio Jorge, ocuparam os outros lugares do pódio. Em relação à competição por equipas constituídas com dois elementos, a equipa da Associação Dadores Sangue Maia/Primos alcançou a vitória, completando mais voltas do que as equipas do Juniores Team e a Estamos Juntos–BTT –Porto, que ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Já na competição de equipas compostas por quatro elementos, a grande vencedora foi a RIBABIKE PROTEAM, que com 36 voltas levou a melhor sobre a NÓ 8 e a Majorfe–Amigos de Rebordosa.No que diz respeito à competição feminina, a corredora Célia Janeiro confirmou o seu favoritismo e arrecadou o primeiro lugar na prova a solo, depois de ter dado 9 voltas ao percurso de 12 quilómetros. Na prova feminina em equipas compostas por quatro elementos, a vencedora foi a SBC–Sobrado BTT Clube 3.Por último, e a provar que os sexos opostos também se conseguem entender neste tipo de competições, a equipa da RODRIBYKE/STATUS HEALTHCLUB arrecadou o troféu, depois de 25 voltas a pedalar. Mais uma do que a equipa SBC–Sobrado BTT Clube 2, que ficou no segundo posto.
E assim terminou em grande o 1º BTT-24horas-Cidade de Lordelo. Inevitávelmente uma experiência inesquecível para todos os que de alguma maneira poderam participar neste evento.

sábado, 6 de janeiro de 2007

Concerto de Reis



Em data dos festejos natalinos (6 de Janeiro), no Pavilhão Rota dos Móveis em Lordelo, festejou-s a noite que a tradição votou à celebração da visita dos Reis, com um grandioso Concerto de Reis.Em palco estiveram reunidas as três Bandas do Concelho (Vilela, Cete e Baltar) e a Orquestra Ligeira do Vale do Sousa, com repertórios variados. Uma assistência entusiasta e multi-etária de mil e quinhentas pessoas contribuiu para transformar o encontro num momento de plena alegria e fulgor musical. A noite, essa, foi longa, de luar e boa disposição.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

A homenagem a Albano Jesus Amaral: 1935-2006

Hoje, Lordelo perdeu uma das figuras que ao longo de dezenas de anos sempre trabalhou e muito deu pela nossa terra. Apesar do seu jeito de ser nem sempre fácil, a verdade é que merece sem dúvida uma última homenagem por parte de todos nós, por tudo o que fez, por tudo o que deu a Lordelo.
É notável que não sendo de cá, não tendo nascido cá, e que nunca cá tenha morado, por ironia do destino na sua juventude veio para cá trabalhar e nunca mais se foi embora.
Ocupou diversos cargos, esteve envolvido em várias instituições (como Bombeiros Voluntários de Lordelo, Cooperativa "A Lord", Junta de Freguesia, entre outros), vereador da Câmara Municipal de Paredes e presidente do PSD-Paredes. Hoje era ainda presidente da Adil-Associação para o Desenvolvimento Integral da Cidade de Lordelo, associação esta que com a sua imprescindível ajuda, fez nascer o Lar de Dia, o ATL e agora recentemente o Lar de Idosos. Uma das suas últimas obras, foi a doação de uma sede para os Escuteiros da Freguesia.
Abandona-nos com 72 anos de idade, neste dia 29 de Dezembro 2006, mas com certeza que as suas obras ficarão para sempre na memória de muitos Lordelenses.


Até sempre Albano Amaral!

A elevação de Lordelo a Vila e a Cidade

A elevação de Lordelo à categoria de vila, foi aprovada pela Assembleia da República no dia 16 de Maio de 1984, mas apenas a 28 de Junho, a Lei n.º 20/84 foi publicada no Diário da República (I.ª série do D.R., n.º 148, de 28/06/84), promulgada pelo então P.R. General Ramalho Eanes.

Cerca de 20 anos volvidos, Lordelo por mérito, aquiriu o estatuto de cidade, corria o ano de 2003. Foi grande a massa apoiante que se dirigiu em ambiente de festa, naquele dia 1 de Julho desse ano, até à Assembleia da Républica, para ver ser aprovado o novo estatuto da nossa freguesia.
O processo ficou terminado no dia 26 de Agosto desse mesmo ano.

O Brasão da Freguesia de Lordelo

No brasão de Lordelo, salta logo à vista uma proeminente árvore, como símbolo da sua actividade económica, cujas raízes abraçam um escudo pertencente a uma provável casa senhorial do século XVII, origem histórica mais verosímil da terra. A ladeá-la, as simbologias do seu passado e presente económico: de um lado, a "roda penada" de moinho e o rio em representação da panificação outrora dominante; do outro, a agora reinante indústria de mobiliário, através das tábuas aqui figuradas. As folhas de loureiro a circundar o próprio escudo pretendem relembrar a abundância desta espécie vegetal na região, principalmente em tempos já idos.

Como chegar a Lordelo


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Situação Geográfica

Lordelo é uma das 24 freguesias do Concelho de Paredes, situada no Distrito do Porto. Ocupa uma importante fatia no território do concelho, de aproximadamente 10km2, sendo igualmente das mais populosas, e a maior de todas as freguesias do Vale do Sousa.
Distando cerca de 12 km da sede concelhia, ocupa uma posição priveligiada, estabelecendo fronteira com três outros municípios-Paços de Ferreira (a nordeste), Santo Tirso (a norte) e Valongo (a oeste)- e com duas das suas congéneres paredenses-Vilela (a este) e Rebordosa (a sul).
Atravessada pela EN 209, faz desta estrada a sua principal via de comunicação, nomeadamente com Paços de Ferreira e Valongo, sendo também servida recentemente pela A42, que veio melhorar de forma decisiva a qualidade das suas acessibilidades.
Compreende os lugares da Igreja, S.ta Marta, Guardão, Ribeira, Codeçais, Ferrugenta, Campa, Soutelo, Outeiro, Agrelo, Vila, Corregais, Bouçô, Parteira, Vinhal, Levadinha, Ronfe, Penhas Altas, Corujeira, Cales, Taio, Cruzes, Torre, Cerqueda, Cosme, Padrão.
A topografia do territorio de Lordelo é francamente acidentada, atendendo sobretudo ao seu encaixe na bacia orográfica do Rio Ferreira. Este pequeno curso de água, tributário do Sousa e com as suas nascentes no vizinho concelho de Paços de Ferreira, atravessa Lordelo no sentido nordeste-sudoeste, em trecho particularmente acidentado do seu curso. De facto as suas águas correm aqui algo intempestivas e perssurosas, isto a despeito do seu ainda relativamente magro caudal, pois que o vale surge encaixado e profundo. De uma e outra margem sucedem-se as elevações e pregas do terreno, numa ondulação marcada por alguns outeiros mais proeminentes. A paisagem natural, hoje extremamente alterada pela acção humana, seria outrora de peculiar e rara beleza quando conservava o coberto florestal autóctone. Hoje está praticamente estinta, dado que os poucos terrenos florestados que se conservam, mostram agora larga predominância de espécies "intrusivas", como o eucalipto ou a austrália. É ainda junto ao rio que se poderão detectar alguns amieiros, freixos ou carvalhotos, últimos resistentes de uma flora que se adivinharia rica. Dos bosques de loureiros que terão contribuido para a denominação de Lordelo, sobra um ou outro arbusto de pequeno porte. Se há zona cuja paisagem natural mereça ainda certos cuidados protectores, a despeito das graves adolterações já sofridas, essa é certamente a de Penhas altas, com os seus percursos acidentados (o morro de ERVÕES é verdadeiramente pitoresco), suas pequenas e toscas pontes de arco, seus aglomerados de moinhos e permanente sussurar das inquietas águas, saltitando entre fraguedos e apertados despenhadeiros.
Da freguesia agrícola que foi outrora, Lordelo é hoje uma populosa cidade, densamente urbanizada, industrializada e próspera, sobrando um ou outro campo de cultivo, um ou outro trecho de escalvado monte.
Fábricas de móveis e moradias, aos mais diversos estilos e gostos, constituem-se sem dúvida como o grosso das construções

Localização Geográfica do Concelho de Paredes no Território Nacional:


Lordelo no Concelho de Paredes:

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Lordelo, uma cidade em expansão

São Salvador de Lordelo é a maior freguesia do Vale do Sousa, terra bafejada pela natureza, situada a norte do concelho de Paredes.
A pujança dos industriais (na sua maioria ligados ao ramo do mobiliário) e comerciantes, bem como de todos os lordelenses em geral, fizeram esta cidade, que cada vez mais se impõe no contexto nacional.
Recentemente servida pela A42,com rápida ligação ao Porto,(dista cerca de 30 km),tem vindo a conhecer um aumento populacional,contando nos nossos dias com cerca de 14000 habitantes.
Foi elevada a vila a 28 de Junho de 1984 e a cidade em 26 de Agosto de 2003, por mérito próprio. Maiores são as responsabilidades, numa terra próspera com todas as condições para quem cá vive, e muito para oferecer a quem a visita.
O Rio Ferreira, com as suas quedas de água e os Moinhos, ainda em laboração no lugar de Penhas Altas, a Torre dos Mouros ou dos Alcoforados, a Ponte Romana, a Igreja Matriz, são sinais evidentes de um passado glorioso.
Piscinas cobertas, jardins, biblioteca, zona industrial, courte de ténis, pavilhão multiusos, estádio relvado, são alguns sinais de progresso e modernidade.
Visite-nos!!

 
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