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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Lavradeiras de Lordelo fazem arriga do linho

sábado, 19 de julho de 2008

Cooperativa de Electificação "A Lord"

Fundada em 10 de Maio de 1932, numa época em que se estava a implementar a cobertura eléctrica do País, teve a sua primeira Assembleia-geral Extraordinária oficial em 4 de Setembro desse ano, a fim de se resolver o problema que se punha: o capital realizado era insuficiente para liquidação das despesas feitas com a construção da rede de distribuição da energia eléctrica a todos os cooperantes, tendo-se decidido, por unanimidade e após viva discussão, que todos os cooperantes fundadores reforçassem as suas quotas. A 30 de Agosto do ano seguinte, trata-se do projecto de contrato para o fornecimento de energia eléctrica à Cooperativa, pela Firma Santos & Matos, Lda., aprovada em reunião do Conselho Administrativo, presidida pelo cooperante gerente e fundador, o Pároco de Lordelo, Padre Floriano Dias Pereira, tendo como tesoureiro Augusto Dias Castelo e como vogais Antonino Ferreira Passos, José Ferreira da Costa e Abílio Moreira das Neves.A Cooperativa torna-se então responsável pelo fornecimento de energia eléctrica a Lordelo, mas a sua grande aspiração era a construção de uma cabine de electricidade privativa. Este projecto que se chegou a ventilar em 1940, é rapidamente abandonado devido «à carestia dos materiais provocado pelo estado de guerra europeia». No entanto, neste mesmo ano, discute-se o fornecimento de energia eléctrica para a iluminação pública e particular, aceitando-se a oferta por empréstimo por 4 meses, de um transformador de 10 KVA, recebido como bónus do contrato a fazer com a Eléctrica Duriense, Lda. Este foi instalado na cabine cedida pela firma Santos & Matos, até que fosse construída a d´A LORD. Mas as coisas não correram bem, e 1942 é considerado um ano desastroso pois houve uma profunda quebra nas finanças: o gerador emprestado queimou, sendo a sua reparação bastante cara, os temporais de Inverno causaram avarias sem fim na rede e o novo gerador então adquirido queimou também. A acrescentar a isto, no ano de 1948 uma acesa polémica que envolveu os cooperantes, numa discórdia sobre o local onde se pretendia construir a tão ansiada cabine de média tensão, que levou à demissão do Conselho Administrativo. Mas estes problemas não travaram a Instituição que em reunião de 7 de Abril de 1954 aprecia o projecto de mais dois postos de transformação a construir na freguesia.No entanto, com a colaboração e boa vontade de todos esta primeira fase de implantação e desenvolvimento da Cooperativa terminou, e a partir de inícios dos anos 50 a Instituição começa a dar lucro. Vira-se então, de modo mais amplo, para a comunidade e começa a desenvolver a sua faceta de solidariedade. Uma das primeiras medidas tomadas, em reunião de 8 de Março de 1953, foi oferecer o fornecimento de energia eléctrica à Igreja e Capelas da Freguesia, e custear as despesas a efectuar na instalação eléctrica do Salão Paroquial, local onde a Cooperativa habitualmente se reunia, iniciando-se assim uma série de obras de solidariedade e de abertura à Comunidade de Lordelo.O local habitual de reunião não satisfazia os cooperantes uma vez que era partilhado, o que tornava difícil o funcionamento dos serviços administrativos, arquivo e a implementação de actividades complementares. Um novo sonho surge então. É que em 1955 começa-se a pensar em abandonar o Salão Paroquial e construir uma sede própria. Assim, a compra de um terreno para a sua edificação é aprovado por unanimidade na Assembleia-geral Extraordinária de 23 de Fevereiro de 1958, que trata também da iluminação pública da freguesia. É em 27 de Dezembro de 1959 que o Conselho Administrativo reúne pela primeira vez em edifício próprio, localizado no lugar do Entroncamento.Na década de 70, a Cooperativa entra, de novo, em crise devido a problemas económicos, atingindo o seu maior grau de gravidade em 1986, ficando eminente a sua integração na EDP (Electricidade de Portugal), tal como aconteceu à maioria das cooperativas portuguesas.No entanto venceu essa dificuldade, negociaram-se as dívidas existentes, e em 1987 iniciou-se uma fase de desenvolvimento e expansão que se manteve até aos nossos dias. A acção da Cooperativa em prol da electrificação e manutenção eléctrica da freguesia de Lordelo continuou ao longo do tempo, tal como a sua acção de solidariedade e de apoio social, até que, em 29 de Setembro de 1996 a Assembleia Geral Extraordinária aprovou a autorização para a constituição de uma Fundação que se dedicasse ao desenvolvimento da Comunidade de Lordelo no âmbito cultural, social e desportivo. Esta é já uma realidade bem conhecida dos Lordelenses.Actualmente A LORD dispõe de um Património notável, instalações administrativas próprias, armazém, viaturas próprias e uma rede de distribuição moderna e capaz, de meios humanos que dão resposta às necessidades dos consumidores e asseguram a prossecução de uma gestão rigorosa e eficaz.No culminar de um desempenho e idoneidade notáveis foi, em 2001, reconhecida como Entidade de Utilidade Pública.Nos dias de hoje, a Cooperativa de Electrificação A LORD, C.R.L. é indissociável da cidade de Lordelo, pelo que já definiu, de forma vinculada, o seu lugar na história.

ADIL


Albano Jesus Amaral juntamente com Francisco Ramos e José Meireles Fraga, impulsionaram a fundação da Associação para o Desenvolvimento Integral de Lordelo – ADIL, facto que se viria a realizar em 12 de Dezembro de 1990. Estava assim criada a primeira Instituição Particular de Solidariedade Social de Lordelo, que viria a iniciar a sua actividade em 2001, com a abertura do Centro Comunitário, com duas áreas de actuação: o centro de dia e o serviço de apoio domiciliário.A ADIL surgiu numa altura crucial, pois em Lordelo não havia nenhuma instituição de apoio à terceira idade, vindo desta forma dar resposta aos problemas dos idosos, principalmente o isolamento, a solidão e a falta de ocupação diária. Estes argumentos em muito influenciaram a população de Lordelo, que deu uma ajuda monetária imprescindível para a construção do Centro Comunitário.Com o passar dos anos foram surgindo novas necessidades pelo que se dá início à construção do lar de idosos, que começou a funcionar em Janeiro de 2006.Actualmente, o lar presta apoio diário a cerca de 47 idosos, sendo 40 internos e 7 utentes do centro de dia. Estes têm ao seu dispor serviços como actividade física, ginástica e natação; apoio psicológico; apoio médico e social. É-lhes ainda proporcionada a oportunidade de passeios e visitas culturais e religiosas.Na área da primeira infância acolhe diariamente 15 crianças em ATL e, em parceria com a escola primária do lugar da Ribeira, serve o almoço a 44 alunos. A estas crianças é também dado apoio ao nível dos cuidados básicos de alimentação e higiene; apoio escolar; desenvolvimento de actividades educativas, recreativas e de entretenimento; actividade física e desportiva; apoio psicológico e social; passeios e visitas lúdicas e recreativas.A ADIL está também presente no apoio à comunidade de Lordelo. Trabalha em parceria com o banco alimentar na distribuição de géneros às famílias carenciadas da nossa cidade, e no apoio domiciliário diário a cerca de 20 famílias, servindo-lhes as refeições e tratando da limpeza da casa e das suas roupas.Desde Junho de 2005 que funciona nas instalações da ADIL o gabinete de atendimento do Rendimento Social de Inserção de Lordelo, como resultado de um protocolo estabelecido entre o Centro Regional da Segurança Social do Porto e a instituição, proporcionando um atendimento social personalizado às cerca de 180 famílias beneficiárias que acompanha.Para desenvolver todo este trabalho conta com uma vasta equipa constituída por 28 funcionários sendo 18 auxiliares, 4 cozinheiras, 2 animadoras, 2 administrativas, 1 professor e uma técnica de serviço social, que acumula o cargo de directora técnica da instituição, Dr.ª Mónica Santos. A restante direcção é actualmente formada pelo Professor José Maria Vilares (vice-presidente), D.ª Albertina Sousa (tesoureira), Professora Rita Leal (secretária) e Mário Costa (vogal).

Grupo Cultural e Recreativo “Os Expansivos”


O Grupo Cultural e Recreativo “Os Expansivos” foi fundado em 17 de Junho de 1980. O seu Grupo de Danças e Cantares foi integrado na Federação de Folclore Português em Fevereiro de 1996. Nasceu da vontade de um grupo de jovens, preocupado com o espírito criativo da população mais nova da nossa freguesia. Hoje, é composto por pessoas de todas as idades, que procuram através das suas danças e cantares manter vivas as tradições da nossa região. Os trajes, por exemplo, são o símbolo duma alma que quer manter viva a recordação como a gente da nossa terra se vestia em tempos antigos. Também, os cantares materializam as melodias encantadoras que pertencem a todas as gerações. A criação, dentro de “Os Expansivos”, do Grupo de Cavaquinhos e Música Tradicional Portuguesa Vir’agora à cerca de 13 anos, constitui uma forma criativa e divertida de preservar um património valioso que todos os lordelenses se devem orgulhar.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Orfeão da Fundação A LORD

Embora a cidade de Lordelo seja de criação recente, possui já uma tradição musical digna de referência. Foi em 8 de Maio de 1932, que o Maestro Vergílio Pereira, à frente do Orfeão Castro Araújo, constituído exclusivamente por trabalhadores rurais de Lordelo, alcançou o primeiro prémio e Medalha de Ouro, no I Concurso Orfeónico da cidade do Porto.

Tentando retomar esta tradição, a Fundação A LORD procurou continuar a sensibilização da população nesta área, com o objectivo de cultivar o gosto pela música e ocupar de forma útil os seus tempos de lazer. Por isso criou o Orfeão da Fundação A LORD em 1999, com o propósito de interpretar música vocal a capela, em diversas línguas.
Apesar disso, este procura ter um repertório diversificado, abrangendo todos os estilos possíveis.O Orfeão tem cerca de três dezenas de elementos de ambos os sexos, distribuídos por quatro vozes, e faz apresentações regulares em eventos de música coral, organizando anualmente dois grandes eventos musicais: o OrffLORD, em que participam vários coros convidados, e o Concerto de Natal/Páscoa em é apresentado ao público um reportório característico da época. Para além destas actividades, representa a Fundação A LORD e a cidade de Lordelo em diversos pontos territoriais do país.

domingo, 11 de março de 2007

Programa PT. Paredes com Teatro

Primeiro a música e agora o teatro. O município de Paredes está efectivamente interessado em descentralizar a cultura levando-a a todo o lado, a todas as freguesias. No contexto do investimento que foi feito ao nível da produção teatral amadora do concelho, e em resultado do trabalho de cooperação com os monitores de teatro colocados à frente dos diferentes grupos selecionados pelo programa PT-Paredes com teatro, surgem agora os primeiros resultados, que é como quem diz os primeiros espectáculos que estão em cena desde o Novembro de 2006 e até Junho de 2007.

Oito grupos de Teatro prepararam cada um a sua peça, ao abrigo do protocologo estabelecido com o Município.
Como não podia deixar de ser a freguesia de Lordelo, avançou com um grupo de teatro, no seio dos elementos do grupo dos Expansivos de Lordelo.



A estreia da peça ocorreu no dia 8 de Dezembro no Salão Paroquial do Vinhal em Lordelo, e contou com a casa cheia. A peça chama-se "Fecho Éclair, alguns Amores e outras Flores". Para este espectáculo foi construída uma peça a partir da adaptação de textos portugueses conhecidos e originais. O Objectivo era encontrar um registo divertido adaptado ao grupo heterogéneo e aos seus intervenientes de forma individual. O trabalho foi desenvolvido em diferentes registos (um de carácter mais realista e outro mais próximo da farsa ou de propostas expressionistas), aplicando técnicas que permitem desenvolver as especificidades criativas e recreativas deste novo grupo que faz a sua estreia no Paredes com Teatro. Através do riso e do enamoramento ultrapassam-se as dificuldades do quotidiano, do cinzentismo, e cresce-se em direcção ao prazer das coisas simples. Para que os dias se encham de cores... e flores.


Interpretação:

Aida Costa, Arminda Mota, Arminda sousa, Catarina Moreira, Cristiano Gonçalves, Ernesto Carneiro, Igor Alves, Isabela Mota, Joana Mota, Joana Sousa, José Mota, Judite Sousa, Luísa Dias, Manuel Campelo, Rui Campelo, Sandra Silva, Sérgio Machado, Zita Costa.

Texto:

António Torrado, Inês Leite, Paulo Condessa

Encenação e Direcção:

Inês Leite

Responsável:

Maria Cármem, Sérgio Machado

Próximas actuações:

-Casa da Cultura de Paredes: 17.03.2007- 21h30m

-Centro Social e Cultural de Cete: 25.03.2007- 16h30m

-Associação Social e Cultural de Louredo-IPSS: 21.04.2007- 21h30m

-Bombeiros Voluntários de Baltar: 25.04.2007- 16h30m

-Salão Associação Apoio 3ª Idade S. Miguel-Beire: 26.05.2007- 21h30m

-Auditório Grupo de Jovens Nova Esperança (Sobreira): 02.06.2007- 21h30m

domingo, 4 de fevereiro de 2007

JUL- Juventude Universitária de Lordelo


Foi no ano de 2003 que foi fundado este grupo pelas mãos do Sr. António Manuel. Na sua primeira reunião, para a qual foram convidados todos os alunos lordelenses que frequentam o ensino universitário e ou politécnico, estiveram presentes 26 estudantes,e na primeira aparição pública 52, desde caloiros a finalistas sendo que estes últimos receberam das mãos do Pároco de Lordelo, Pe.Rui, as suas fitas de curso assinadas.

No 1º encontro foi dito pelo mentor do grupo, o Sr. António Manuel, entre muitas, as seguintes palavras:"Não procurem saber o que Lordelo pode fazer por vós, mas o que vocês podem fazer por Lordelo... ... e s por alguma razão, profissional ou de outra ordem, tiverem de abandonar as origens, nunca percam aquela mística nem o orgulho de dizerem, eu sou de Lordelo".


Este grupo avançou com algumas iniciativas na comunidade. Entre elas destacam-se o encontro anual, e um jornal a que se chamou "Capas Negras", que já conta com sete números.
O 1º Encontro da Juventude Universitária de Lordelo decorreu no dia 19 de Outubro de 2003.
O 4º encontro decorrerá este ano de 2007, já no próximo dia 11 de Março.

 
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